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Apesar dos avanços no empreendedorismo feminino, ainda são comuns desafios como a falta de direcionamento estratégico, dificuldade de posicionamento e acesso limitado a conexões que geram resultado. Muitas mulheres seguem empreendendo sozinhas — e isso impacta diretamente no crescimento.
É nesse cenário que surge o Clube EVA — Empreendedorismo de Avaliar Atitude —, um ecossistema voltado à capacitação e ao desenvolvimento da mulher empreendedora. Mais do que promover encontros, o movimento prepara para eles.
Além das experiências de conexão, o clube realiza o Café Conexão EVA, com oficinas mensais voltadas ao desenvolvimento prático dessas mulheres, reforçando a construção de base — posicionamento, comunicação e clareza. A próxima edição acontece no dia 15 de maio, no Café Hall, na Findes.
“O EVA não é um grupo social. É um espaço de desenvolvimento. A gente prepara a mulher para o networking — posicionamento, comunicação, segurança e clareza. Muitas ainda chegam nesses ambientes sem saber se apresentar, e isso limita o resultado”, disse Tatiana Silveira, CEO do Clube EVA.
Segundo ela, esse direcionamento nasce da própria experiência. “Eu precisei ajustar minha forma de me posicionar, aprender a me apresentar e construir um pitch que realmente comunica — que deixa claro, de imediato, o que eu entrego e qual problema resolvo”, afirmou.

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Essa mudança de postura impacta diretamente na forma como a mulher é percebida. “Quando ela entende o valor do que oferece e comunica isso com segurança, deixa de ser ignorada e passa a ser lembrada”, disse.
É nesse contexto que iniciativas como a Confraria EVA ganham força. No dia 7 de maio, das 18h às 22h, a Casa Mercante, em Vila Velha, recebe a edição Black Gold, que marca o primeiro ano do projeto. O encontro reúne mulheres em uma experiência que integra vinho, música e conexões, com ambientação do DJ Badoo.
Nesta edição, as participantes recebem orientação de imagem para a composição do look Total Black, sob condução de Marinez Juvanhol. O direcionamento considera o posicionamento que cada mulher deseja comunicar, entendendo a imagem como o primeiro ponto de leitura em qualquer ambiente — uma extensão da presença, que antecede a fala e precisa estar alinhada ao conteúdo que será apresentado.